A última batalha pela sobrevivência da espécie

 

A última batalha pela sobrevivência da espécie



No Japão está a vanguarda da batalha que vai selar a sobrevivência da espécie humana em todo o mundo civilizado.

O impasse da guerra feminista, radicalização da disputa pelo poder na sociedade onde os dois lados cindiram de vez, e silenciosamente os machos foram emasculados, e as mulheres encilharam as crianças em um confinamento semelhante a um campo de reeducação siberiano, ou um campo de concentração parecido com os dos nazistas na segunda guerra mundial, um campo sem cercas e sem muros, extensamente vigiado e dotado de todas as condições de controle mental para uma lavagem cerebral desde a mais tenra idade, preparando os sem gêneros para uma vida produtiva sem sexualidade na sociedade não-binária japonesa.

O processo de formatação da sociedade japonesa não começou pelas tradicionais manifestações de doutrinação feminista necessariamente, nem foi promovida por qualquer movimento ou organização social, simplesmente, aconteceu a tempestade perfeita, um crescimento econômico desordenado, dentro de uma estrutura medieval chamada Keiretsu ou Zaibatsu, onde a lealdade, o parentesco e a hierarquia se sobrepõe ao meritocracia e à burocracia weberiana, a sociedade japonesa e seu sistema econômico foi concentrado nas mãos de poucos clãs, e o fenômeno tipicamente japonês de xenofobia e racismo combinados resultaram em uma supervalorização da mão de obra que foi ficando escassa, criando uma cultura de workaholic, que se agravou e foi devorando as estruturas familiares jogando as mulheres japonesas no mercado de mão de obra e assim inviabilizando as constituições das famílias tradicionais, resultando num déficit de nascimentos de crianças, destruição dos casamentos e, finalmente, destruição das relações inter-gênero dos sexos tendo como consequência um processo de diminuição do crescimento demográfico negativo, que se agrava cada vez mais se auto-alimentando dos ressentimentos e das novas posturas e papéis sociais das expectativas sociais do homem para a mulher e das mulheres para os homens, todos contaminados pelo ritual da separação dos gêneros e da crescente emasculação do macho, virtualizando o sexo e cada vez menos criando as condições de volta ao casamento e das relações entre machos e fêmeas humanos.

Ambos os lados precisariam ceder de suas posições de orgulho e de superioridade e hegemonia sexual, contra isso de um lado vem o machismo tradicional, e de outro, os ressentimentos seculares das mulheres gueixas e o estereótipo da mulher-objeto sexual e passiva na sociedade japonesa secular e tradicional.

Caminha agora a sociedade japonesa para a sua autoextinção sem poder salvar-se a si própria e percebendo claramente a rota suicida em que navega como um haraquiri coreografado e premeditado como uma profecia autorrealizada.

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