Normoafetivos

 Normoafetivos

É claro que o espaço atual no panorama do mundo ocidental não eslavo e não islâmico está carregado de testosterona feminista quase feminazista, e isto é um dos motivos de orgulho da militância da esquerda que cunhou uma série de neologismos feministas de militância extremamente agressiva e por isso radical e fundamentalista contra qualquer presença masculina na esfera civilizatória.



Parece que o que mais se combate no feminismo, o machismo tóxico, se converteu em uma versão de feminismo tóxico onde a mulher moderna parece uma froidiana mulher como um homem macho sem o pênis natural, embora algumas até improvisem uma peça acoplada ou uma prótese peniana para se sentirem mais seguras do afastamento total do macho verdadeiro biológico.



Para dar sentido ao feminismo dito peniano, separou-se na retórica o sexo biológico do sexo comportamental, então o macho pode ser o feminino biológico e ser socialmente uma mulher, e a mulher biológica pode ser um macho socialmente funcional, depende apenas da vontade de cada qual e de suas crenças.



Violamos o mundo da biologia para entrarmos no mundo da fenomenologia simbólica de mundo das aparências e esta violação está prevista na codificação internacional de doenças como CID010 que a doença corresponde ao distúrbio social que colide com as expectativas da maioria e a maioria dos normoafetivos normosexuais é de 90% a 85% de toda a humanidade.



A pequena minoria que cai inclusive na faixa de rejeição da curva da distribuição das probabilidades de Gauss significa o próprio erro estatístico de 5% e ultrapassa a margem de erro e de segurança das pesquisa por amostragem, e sendo impossível de verificar no teste do Qui Quadrado qualquer hipótese de rejeição da nulidade ou hipótese de nulidade pela rejeição por causa da proximidade da faixa de indefinição que nem o teste estatístico de Student é capaz de remediar.



Filosofia à parte e matemática estatística também, nada vai mudar o discurso da minoria divergente porque a moda é virar para o lado e desprezar os não excluídos, a minoria está ditando o que a maioria aceita e pensa. Essa é a maior causa da perda de referência social e confusão que não temos a menor ideia de como os livros de História do ano de 2100 vai nos avaliar.


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